Aedes Aegypti

O maternal II aprendeu um pouco mais sobre o Aedes Aegypti, o mosquito que transmite dengue, o zica vírus e a chicunguia. A principal ação de combate ao mosquito é evitar sua reprodução. Ele se prolifera nos locais onde se acumula água. Por isso, é importante não deixar recipientes expostos à chuva, além de tampar caixas d’agua e piscina.
Em protesto a proliferação e combate ao mosquito, o maternal II fez um manifesto pela escola.

 

Educar para o mundo

O desejo de uma sociedade mais madura, democrática, cidadã e, principalmente, correta só vai deixar de ser utopia, a partir do investimento em educação. Mas que tipo de educação estamos falando? Como e quando isso deve acontecer?

“A educação e a mudança que todos queremos”

No Brasil e por todo o planeta as pessoas, cada vez mais, discutem assuntos relacionados ao comportamento social ético, a necessidade da construção de um mundo verdadeiramente melhor. O desejo de uma sociedade mais madura, democrática, cidadã e, principalmente, correta só vai deixar de ser utopia, a partir do investimento em educação. Mas que tipo de educação que estamos falando? Como e quando isso deve acontecer?
Já é bastante sabido que a infância é o lugar da formação da personalidade e do caráter do indivíduo. As crianças, desde cedo, se empenham em entender o mundo a sua volta e se orientam, principalmente, pelos exemplos que lhes são apresentados.
Os pequenos , a todo momento, copiam o jeito do pai, da mãe, do irmão mais velho, do tio,da tia ou dos primos. Os padrões comportamentais são perceptíveis no jeito de falar, de alimentar e de reagir a determinados estímulos. Vamos explicar melhor.
As crianças percebem situações comportamentais nos momentos das refeições. Uma família que tem costume de almoçar depressa pela correria do dia-a-dia, horário de almoço reduzido, entre outras experiências, certamente vai interferir e criar atitudes em que a criança também comerá depressa, sem mastigar direito, engolindo rapidamente, ou prestando mais atenção na TV, que sempre está ligada.
Por estarem na fase de construção da oralidade e de desenvolvimento de uma série de estratégias comunicacionais, gírias, sotaques e entonações são bem parecidas com os de seus familiares. O perigo é quando, por descuido ou não, as discussões dos pais trazem palavras de baixo calão ou termos nada convenientes para as crianças. Neste caso é quase inevitável que o filho ou filha solte um palavrão em plena sala de aula, no restaurante ou entre seus colegas.
A maneira de tratar as pessoas, de se dirigir ao cônjuge, amigos, subordinados, porteiros, faxineiras, garçons e recepcionistas também será copiado ou se tornará referência para sua criança. Não são poucas as vezes em que palavras como bom dia, muito obrigado e por favor são esquecidos por aí. Imagina quando o pai, a mãe, ou motoristas, recebem uma fechada no trânsito. Naquele momento, a reação pode desencadear em um cenário nada exemplar.
Estas três situações ilustram um pouco o ponto em que queremos chegar. O leitor há de convir que é impossível exigir que uma criança mastigue de boca fechada se isso não é um padrão familiar. Que tenha um bom vocabulário ou que reaja a situações de perda, raiva e contrariedade com uma atitude nobre, se seus pais, ou pessoas com as quais convive, fazem exatamente o contrário.
Por isso que estamos falando da importância do exemplo. Muito mais que normas de boas maneiras, os exemplos são sutis, subliminares e estão, muitas das vezes, intrínsecos ao comportamento dos adultos. Na primeira infância, que vai até os 7 ou 8 anos, que os valores éticos e morais são construídos e, na maioria dos casos, as crianças se atêm aos pormenores e à coerência, ou falta dela.
Investir na educação das novas gerações é investir em um futuro melhor. Opa, um momento aí! A mudança que buscamos não virá da nova geração. Esta responsabilidade não deve ser atribuída a um mundo que de repente, como num passe de mágica, vai ficar melhor e pronto. Ela virá sim, a partir da reflexão no agora, no hoje, no presente. O que você tem feito para mudar o mundo? Que exemplo dá no dia-a-dia, não somente para sua criança, mas para todos que convivem com você?
Sonegar impostos, comprar produtos pirata, subornar policiais, avançar sinal vermelho, parar em fila dupla, desrespeitar as pessoas e querer levar vantagem em tudo, furar fila, não aceitar a opinião do outro, ou pior, desprezá-la e tomá-la como insulto… Parece exagero mas não é. Estes e milhares de outros desvios de conduta precisam ser encarados e combatidos tal qual a corrupção, a desonestidade e o mau-caratismo. Não dá para exigir uma coisa e fazer outra.
Assim como não dá para destinar a responsabilidade da educação apenas para a escola. A escola é e sempre será parceria das famílias nesta construção da personalidade das crianças, mas não deve e nem vai fazer pelos pais o que eles mesmos devem fazer pelos seus filhos.
As competências da escola são muito diferentes das competências das famílias. Mas ambas devem pensar que o resultado desta parceria é que vai fazer a diferença. A criança já deve ser fruto de uma mudança e não somente a semente de um mundo melhor.
Construir este novo mundo não é uma tarefa fácil. Precisamos refletir, pensar e agir na construção desta nova realidade. O ideal é começar por nós mesmos. Que possamos brindar nossas crianças com bons exemplos. Assim, certamente vamos educar para a vida!

Esporte é vida

O Projeto Institucional de 2016.
A Olimpíada foi o grande motivo da escolha do tema do Projeto Institucional da Bilboquê para 2016. Com o título “Esporte é Vida”, o intuito é valorizar conceitos como responsabilidade, disciplina, trabalho em equipe, superação, motivação e comprometimento. Ganhar e perder deixam de ser o foco principal em detrimento ao espírito olímpico de respeito e participação. Muito mais que uma comemoração alegre dos jogos, fica em evidência a prática esportiva como sinônimo de saúde e a necessidade da busca por uma vida saudável.As crianças realizaram intensa pesquisa sobre os jogos olímpicos desde a Grécia antiga aos dias atuais. Com isso aprenderam a identificar e a conhecer as modalidades esportivas através de atividades, jogos e brincadeiras.As professoras aproveitaram a oportunidade para estimular a pesquisa sobre línguas diferentes e acabaram levando as crianças a conhecerem quais países falam o português. Outras turmas montaram um quadro de medalhas que acabou desencadeando um estudo da matemática em gráficos comparativos. Alguns esportes são pautados por diferentes medidas, como altura, distância, velocidade e tempo. Com isso, as crianças passaram a quantificar valores e comparar entre si. 

Com tudo isso o projeto “Esporte é Vida” ganhou forma, cores e conquistou a meninada.