Nosso Blog

Colônia de Férias Bilboquê

Publicado por

Maria Clara

Colônia de Férias Bilboquê, na Via Láctea

Yuri Gagarin foi primeiro ser humano a pilotar uma espaçonave. Lançado pela União Soviética, em 12 de abril de 1961, o Vostok I foi a primeira missão espacial tripulada da história. Mas, é claro, os Estados Unidos não ficariam de fora dessa disputa. Pouco tempo depois, ou melhor, 23 dias depois, a corrida espacial ganhou a presença do norte-americano Alan Shepard, lançado em 5 de maio de 1961. Hoje, após seis décadas de avanços, o espaço, a Via Láctea e os mistérios do Universo estão mais em evidência do que nunca. E, por isso, ganharam também os holofotes da Colônia de Férias Bilboquê.

Entre viagens espaciais promovidas por Elon Musk ou as incríveis descobertas propagadas pelo telescópio James Webb, não nos restam dúvidas: o mundo quer, cada vez mais, entender mais sobre o próprio mundo. No universo infantil, isso se traduz de diferentes e divertidas formas. Para as crianças, entender os porquês da nossa existência é uma tarefa fácil, quando aprendemos brincando.

Embarcando nessa brincadeira, a Colônia de Férias Bilboquê, na Via Láctea, chega com atividades como o “Ateliê do Espaço Sideral”, que dá nome às atividades artísticas e manualidades; a “Estrada Nebulosa”, um caminho a ser percorrido por meio da motricidade de velotrois, carrinhos e bicicletas; e o “Jardim dos Terráqueos”, uma experiência em terreno fértil, tanto para a imaginação quanto para o plantio de sementes na horta da escola.

Escorregando nessa cauda de cometa, outras experiências diversas fazem parte de um cronograma ambientado em um universo lúdico e galáctico, como a contação de histórias, brincadeiras recreativas, cinema e cozinha experimental. Mas essa imersão espacial tem uma parada ainda mais importante: um verdadeiro encontro com a ciência e a astronomia.

O Platenário

Um planetário reúne a projeção de imagens, filmes e exibições produzidas por agências espaciais. Utilizando um simulador NightShade, a Colônia de Férias Bilboquê conta com uma estrutura de 4 metros de altura e 7 metros de diâmetro. Dentro da cúpula, são promovidas experiências educativas para a contextualização das crianças sobre o Universo, com aulas segmentadas para todas as idades.

Como uma espécie de aperitivo para que, desde pequenas, as crianças estejam preparadas para enfrentar o mundo, as simulações introduzem conhecimentos que saíram dos livros de história, invadiram os noticiários e, muito em breve, também farão parte de suas rotinas.

Basta pensarmos no dia 15 de setembro de 2021, um marco histórico na exploração espacial, quando a SpaceX, empresa multibilionária norte-americana, realizou o primeiro lançamento de uma viagem tripulada apenas com civis, sem astronautas, ao espaço. A missão “Inspiration4” aconteceu a bordo do foguete Falcon 9 e da espaçonave Dragon, com lançamento realizado na Kennedy Space Center, em Orlando, Flórida, e levou quatro cidadãos comuns a orbitar a Terra durante três dias.

O exercício da observação

E, enquanto as viagens espaciais se tornam uma realidade cada vez mais palpável para a sociedade civil, o exercício da observação segue como o único caminho para alçarmos voos ainda mais altos. Mas de quão alto estamos falando?

Se Galileu Galilei, um dos pais da astronomia, foi fundamental para a descoberta da composição estelar da Via Láctea, isso se deve ao exercício da observação, à olho nu ou a partir da invenção de seu próprio telescópio, ainda no século XVII. Foi Galileu o responsável por refutar a teoria aristotélica vigente da época, o geocentrismo. Até então, acreditava-se que o planeta Terra era o centro do universo. E além de provar que a Terra girava em torno do Sol, o astrônomo notou que as manchas solares mudavam de posição, confirmando o movimento de rotação.

Em 2022, as ferramentas já são outras. As primeiras imagens do Telescópio Espacial James Webb, capaz de registrar fenômenos que ocorrem a mais de 13 bilhões de anos-luz, já anunciam uma nova era da astronomia. Desenvolvido pela NASA juntamente com a Agência Espacial Europeia (ESA) e a Agência Espacial Canadense (CSA), com o objetivo de desenvolver um observatório para captar a radiação infravermelha, o James Webb é capaz de observar as primeiras galáxias e estrelas que se formaram no universo.

E é por meio da observação que estamos testemunhando um importante passo para a astronomia – e um universo de descobertas para a nossa Colônia de Férias.

Maria Clara Lauar
Assessora de Comunicação
Escola Bilboquê

Enviar
1
Precisa de Ajuda?
Olá, quero solicitar mais informações sobre o processo de Matrícula da Escola Bilboquê.