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Volta às aulas e as viroses infantis na escola

Publicado por

Maria Clara Lauar

Volta às aulas e as viroses infantis na escola

O retorno ao ambiente escolar, após as férias, costuma ser um momento de entusiasmo para as crianças e suas famílias. A euforia, no entanto, muitas vezes acompanha o aparecimento das temidas viroses infantis na escola. Febre, dor de garganta, coriza, espirros e inapetência são as queixas mais comuns. As síndromes virais ocasionam prejuízos para os acometidos e, muitas vezes, interferem na frequência escolar. Faltas constantes, por sua vez, afetam o processo de desenvolvimento e interação social da criança, prejudicando a sua aprendizagem.

Devemos estar atentos aos sintomas para atuar na prevenção, visto que as viroses são mais prevalentes em bebês em fase de amamentação, crianças e adolescentes. A escola, local em que esse público costuma passar boa parte do seu dia, é espaço propício para a transmissão de diversos vírus. Por isso, a família e toda a comunidade educacional devem trabalhar em parceria.

Quais as viroses mais comuns na escola?

O público infantil é mais acometido pelas viroses, pois seu sistema imunológico está em fase de desenvolvimento e, portanto, mais vulnerável. Com a aquisição de anticorpos, a criança vai se tornando mais forte e seu organismo mais resistente à ação de vírus e microrganismos.

Com a velocidade de transmissão do vírus e as diversas formas de contaminação, certas síndromes ocorrem com mais frequência na escola. Embora o termo “virose” englobe várias doenças e infecções ocasionadas por vírus, as viroses infantis que se apresentam com mais frequência são:

  • Respiratórias – acometem as vias aéreas e ocasionam os principais sintomas: tosse, febre, mal-estar, falta de apetite, coriza e dor de garganta;
  • Gastrointestinais – acometem o trato gastrointestinal e causam sintomas como febre, diarreia, náusea, falta de apetite, vômito e dor abdominal.

Além disso, gripes, amigdalites virais, otites, gastroenterites, estomatites e a doença “mão-pé-boca” costumam compor o vocabulário de pais e educadores.

Como prevenir as viroses infantis na escola?

O contato com o vírus pode ser inevitável em algumas situações. Sendo assim, é fundamental aumentar os fatores de proteção contra as viroses para cuidar da saúde das crianças. É possível interromper o contágio e atuar na prevenção com alguns hábitos e cuidados, como:

  • Manter uma rotina bem estabelecida;
  • Promover um sono de qualidade;
  • Cultivar hábitos alimentares saudáveis;
  • Lavar as mãos com água e sabão, com frequência;
  • Higienizar bem os alimentos antes do consumo;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal;
  • Manter ambientes ventilados e arejados;
  • Higienizar brinquedos compartilhados;
  • Manter a vacinação em dia.

Virose infantil na escola

Estimular o autocuidado e a autonomia são premissas importantes presentes na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) de Educação Infantil. Na Escola Bilboquê, este trabalho é parte integrante do cotidiano educativo. As instituições de ensino precisam atuar em conjunto com as famílias, protegendo integralmente as crianças, resguardando seus direitos e incentivando seu protagonismo. Lembre-se que, em caso de qualquer um destes sintomas citados, procure um médico pediatra para avaliação, diagnóstico clínico e tratamento adequado.

Thaís Caputo
Psicóloga Escolar
Escola Bilboquê Gutierrez

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